Florescer em joia

Delicado trabalho de joalheria traduz beleza das plantas alimentícias não convencionais

Débora Zanelato

Florescer em joia | <i>Crédito: Divulgação
Florescer em joia | Crédito: Divulgação

Criar com as mãos, desde criança, era o que trazia um sentimento profundo de maravilhamento à joalheira Kátia Stringueto.  E hoje, fazer joias, mexer com prata, ouro, resina e cobre é o ápice desse contentamento, ela diz. “Fico sozinha, quieta, ouvindo música. E devagar vou descobrindo o que as coisas querem ser. E então as mãos vão dando corpo àquilo que se desenhou primeiro em meus cadernos, na minha imaginação”, conta, numa voz suave. A nova coleção da artista foi inspirada pelo trabalho de Neide Rigo, dedicada pesquisadora de plantas alimentícias não convencionais, as Pancs. A inspiração de Kátia, que já era a botânica, ganhou contornos de plantas lindas como major Gomes, azedinha e capuchinha. São anéis, brincos, pingentes, berloques e braceletes de uma delicadeza e significado que encantam. “Estudei essas plantas e caí de amores por elas. Não tem como não.” Amor refletido nos acessórios  que nos aproximam desse encontro com o que nos traz profunda alegria.

Kátia Stringueto https://goo.gl/Hwv1SP

09/01/2018 - 11:38

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Revista Vida Simples