Grafite como esperança

Os artistas brasileiros Rimon Guimarães e Zéh Palito viajam para campos de refugiados sírios levando aulas de desenho. A ideia é que essas pessoas ganhem voz através das tintas e também tenham uma espera mais leve

Débora Zanelato

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- | Crédito: Vida Simples Digital
 escolas e alojamentos  de refugiados sírios na província de Beqaa, no Líbano, estão ganhando a cor do grafite brasileiro. Os artistas curitibanos Rimon Guimarães e Zéh Palito criaram o projeto Cosmic Future, em que buscam levar esperança e leveza para refugiados por meio de aulas de grafite. “Acredita mos que a arte pode trazer algum alívio, perspectiva e habilidades para tornar a espera dessas pessoas menos dolorosa, além de dar a elas uma voz para expressar o que estão experimentando. Queremos nos envolver com crianças e adolescentes refugiados tentando transformar suas baixas expectativas em esperança de  um futuro brilhante”, diz a curadora Sheila Zago. Quem quiser colaborar, o projeto voluntário aceita doações para transporte, alimentação e materiais para desenvolver as atividades com adultos e crianças.

Cosmic future https://goo.gl/RUuaq3

07/06/2017 - 11:19

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Revista Vida Simples