Jogos ajudam os clientes na busca pela casa dos sonhos

Dinâmicas de autoconhecimento desenvolvidas pela arquiteta Juliana Fabrizzi auxiliam os clientes indecisos

Letícia Gerola

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“A arquitetura se vivencia e precisa fazer sentido para quem usa" | Crédito: Divulgação

A arquiteta Juliana Fabrizzi se formou no ano 2000 e assinou importantes projetos desde então. Mas algo a incomodava. Em 2016 ela resolveu parar por um ano e investir em um projeto pessoal de autoconhecimento. “A arquitetura se vivencia e precisa fazer sentido para quem usa. Compartilho da ideia de que uma obra pode ser muito bela, porém se ela não refletir o universo de seus donos e usuários ela passa a ser apenas uma bonita imposição”, explica.
  Mas, e quando o cliente não tem muita ideia de suas preferências? Perguntou Fabrizzi a si mesma durante este ano. Para que a construção coletiva realmente aconteça e gere projetos que tragam conforto e bem-estar a cada família, é imprescindível a sincera participação do cliente. Foi aí que Juliana entrou em contato com os Jogos de Autoconhecimento e desenvolveu alguns específicos para a sua área, como o Jogo das Cores, a Bússola entre outros.
  Contribuindo com perguntas para encontrar as respostas ou para visualizar combinações de cores e acabamentos, os jogos conseguem gerar um panorama que esclarece 80% das dúvidas geradas pelas conversas entre arquiteta e cliente. “Muitas vezes o que se acha ser o correto não serve para o seu dia a dia e funcionalidade. Às vezes até o estilo muda”, conta Fabiana, a quem cabe transformar os sonhos, que depois dos Jogos se tornam muito mais reais, em um belo e aconchegante lar. 

08/03/2017 - 19:02

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Revista Vida Simples